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Ronaldo

Ronaldo Luís Nazário de Lima
22/9/76, Rio de Janeiro (RJ)

Seu primeiro contato com a bola não foi dentro de um campo, mas sim em uma quadra. Começou com o futsal no Valqueire Tênis Clube e jogou no Social Ramos, pequeno clube em Bento Ribeiro (bairro em que foi criado) antes de transferir-se para o São Cristovão e estrear no futebol. Permaneceu na capital fluminense ate 1993, quando assinou seu primeiro contrato profissional junto ao Cruzeiro de Belo Horizonte. Seu passe foi comprado por Jairzinho que o revendeu para sua ex-equipe por 50 mil dólares.

Foi em Minas Gerais que Ronaldo apareceu para o futebol brasileiro e mundial pela primeira vez. Com apenas 16 anos defendeu o clube mineiro no Campeonato Brasileiro de 1993. Mesmo com a má campanha do time na competição, o craque passou a ser olhado como uma joia rara que surgia nos gramados. Já nessa época despertava interesse de clubes estrangeiros como a Inter de Milão.

Sua história na seleção brasileira começou nesta época. Foi convocado pelo então técnico Carlos Alberto Parreira para substituir Romário (que havia sofrido uma cirurgia no olho) para um amistoso contra a Alemanha no dia 18 de novembro de 93. Na época era o terceiro jogador mais novo a estrear pelo Brasil, ficando atrás de Pelé e Edu. No jogo contra a Islândia, realizado em Florianópolis, ganhou vaga no grupo que disputaria o Mundial de 1994

Foi para a Copa do Mundo nos Estados Unidos com apenas 17 anos de idade, precisando até mesmo de uma permissão dos pais para viajar desacompanhado. Ganhou lugar do experiente Evair. Acabou ficando no banco de reservas, sendo preterido pelos titulares Romário, Bebeto e Viola e não entrou em campo no torneio.

Voltando dos EUA foi vendido pelo Cruzeiro para o PSV Eindhoven, da Holanda pela quantia de 6 milhões de dólares. Em seu novo clube Ronaldo continuou com a impressionante média de gols e conquistou a Copa do Holanda de 1995. Disputou 46 partidas e fez 42 gols antes de assinar com o Barcelona um contrato de  19 milhões de dólares.

No clube catalão foi eleito o melhor do mundo em 1996 e 1997 pela Fifa. Conquistou  a Supercopa da Espanha (96), a Copa do Rei (97)  e a Re-Copa da Europa (97). Começou a ser chamado de “Fenômeno” nessa época, tanto pelo que fazia em campo, quando pelo marketing, tendo se tornado uma referência nos negócios entre empresas e atletas.

Em 97 deixou o Barcelona e foi jogar na Inter de Milão, clube que o cobiçava a tempos. No ano seguinte foi com a seleção brasileira jogar a Copa do Mundo da França. Foi considerado por muitos o mundial de Ronaldo até a final, quanto horas antes da decisão contra os donos da casa sofreu uma convulsão. Mesmo assim jogou e viu os franceses fazerem 3x0 e adiarem o sonho do pentacampeonato dos brasileiros.

Ronaldo passou por um momento difícil após o final do mundial. Já reclamava de dores no joelho durante o mundial e em novembro de 99 sofreu sua primeira contusão séria no joelho em uma partida contra o Lecce. Retornou cinco meses depois, em 12 de abril contra a Lazio e com apenas 13 minutos em campo sofreu um novo machucado no mesmo joelho só que com uma gravidade maior.

Fora dos gramados por um longo período e desacreditado por muitos, Ronaldo teria sua redenção na Copa do Mundo de 2002, quando foi convocado pelo técnico Luis Felipe Scolari e ao lado de Rivaldo levou o Brasil ao título, marcando oito gols em oito partidas (não fez nenhum contra a Inglaterra e fez dois contra a Alemanha na final) e passou Gerd Müller como maior artilheiro em mundiais.

Foi para o Real Madrid em agosto de 2002. Ao lado de Zidane, Figo, Raul, Roberto Carlos e Beckham formou o time conhecido como “Galáticos”. Em cinco anos de clube conquistou apenas quatro grandes títulos: O Mundial de Clubes (2002), o Campeonato Espanhol (2003 e 2007) e a Supercopa da Espanha (2003).

Teve uma breve passagem pelo Milan onde já se notava a falta de condicionamento físico dele. Treinou um tempo no Flamengo antes de acertar com o último clube de sua carreira, o Corinthians. Conquistou o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil em 2009. Após a eliminação para o Tolima da Colômbia na Libertadores de 2011 decidiu encerrar sua carreira e se dedicar ao marketing esportivo.

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