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Bastos, o criminalista das grandes e difíceis causas

Advogado se destacou ao defender questões sociais, reforma no Judiciário e causas polêmicas

20 de novembro de 2014 | 12h 00
Estadão Acervo

A carreira de Márcio Thomaz Bastos, advogado criminalista e ex-ministro da Justiça do governo Lula, foi marcada pela defesa de importantes causas como a campanha da Anistia, contra os reajuste do BNH, reforma agrária, urbana e sindical. Durante sua trajetória sempre defendeu a mudança na Judiciário que, segundo ele, vivia afastada da realidade brasileira. Em 2004, quando ministro da Justiça, avançou no seu projeto com a criação do CNJ, Conselho Nacional de Justiça.

O Estado de S. Paulo - 21/11/2004

 Nascido em Cruzeiro (SP), se formou na Faculdade de Direito do Largo São Francisco em 1858. Foi presidente da seção da OAB de São Paulo entre 1983 e 1985 e da OAB entre 1987 e 1989. Foi o primeiro criminalista a presidir a OAB, onde fora presidente entre 1987 e 1989. Antes havia sido presidente da seção paulista da organização entre 1983 e 1985.

O Estado de S. Paulo - 3/8/2012


No Júri, onde era considerado imbatível, defendeu personalidades e grandes difíceis, como a do cantor Lindomar Castilho, os empresários Mario Garnero, Maria Pia Matarazzo, o cantor do Titãs Arnaldo Antunes, do banqueiro Ângelo Calmon de Sá, e mais recentemente foi advogado de defesa de Carlinhos Cachoeira e dos réus do mensalão. Atualmente participava da defesa dos acusados de corrupção pela operação Lava Jato. O criminalista também atuou ao lado da promotoria no caso Chico Mendes e foi um dos relatores do pedido de impeachment do ex-presidente Fernando Collor

O Estado de S. Paulo - 3/4/1987

O Estado de S.Paulo - 25/6/1987


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