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Bebedouros para cavalos

Até o final dos anos 1960 carroças eram comuns nas ruas das grandes cidades

08 de dezembro de 2015 | 17h 10
Rose Saconi


Domício Pinheiro/Estadão

A foto de 1966 de Domício Pinheiro mostra um carroceiro em um bebedouro instalado em frente ao Parque da Luz. Era um tempo em que era comum esse tipo de veículo em São Paulo, muito utilizado por entregadores de pão e leite, verdureiros, mascates, e todo tipo de transporte, inclusive de pessoas com os chamados charreteiros.Tanto os bebedouros como os veículos de tração animal foram ficando raros à medida que a cidade foi crescendo e os cavalos substituídos pelos automóveis.

"Veículos sem pressa". Nesta mesma época o departamento de trânsito (DST) e o prefeito Faria Lima divulgaram um estudo para tirar a carroça de circulação da cidade. "As carroças devem sumir para que São Paulo não pare". Esse tipo de 'veículo sem pressa' atrapalha o trânsito e estraga as ruas, declararam na época para justificar a decisão. Em 1972, foi baixada portaria da Delegacia de Transporte com a proibição do tráfego de carroças no centro e nas avenidas.

O Estado de S. Paulo - 28/9/1966

A lei proibindo a circulação pelas ruas pavimentadas da capital paulista de cavalos e carroças de tração animal só foi sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab em 2005.

Tag: Transporte

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