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Bomba atômica: não sobrou um ser vivo

Relatos após o lançamento das bombas atômicas no Japão mostram o efeito devastador

06 de agosto de 2015 | 1h 30
Estadão Acervo

Chegam as primeiras notícias sobre o efeito da bomba atômica: devastação total. Estadão, 9/8/1945

Foi de uma eficiência perversa. Quase não sobrou nenhum ser vivo. Esse foi o resultado do lançamento das bombas atômicas usadas nos ataques contra as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, em 6 e 9 de agosto de 1945, no final da Segunda Guerra Mundial. A utilização do novo armamento foi anunciado pelo presidente dos EUA, Harry Truman, na declaração dada após o ataque a Hiroshima. Sobre a arma disse se tratar da “maior e mais poderosa bomba já fabricada em toda a história da humanidade”.

As primeiras informações oficiais sobre o ataque foram publicadas em 8 de agosto. E, Visto pela lógica militar americana, o resultado havia sido um sucesso. O aniquilamento prometido pelo ultimatum enviado ao Japão fora colocado em prática. Segundo o boletim de uma rádio de Tóquio a bomba "matou literalmente todos os seres vivos", quem estava fora de casa morreu queimado, "os que se encontravam no interior das casas foram mortos pela pressão e calor indescritíveis", completava a notícia.

O ataque a Nakasaki, onde uma bomba atômica mais potente que a usada em Hiroshima foi empregada, teve um resultado ainda mais devastador. Os relatos que chegavam aos jornais diziam que a cidade havia sido "riscada do mapa". Leia abaixo mais detalhes da cobertura do Estado sobre o evento militar que completa 70 anos.


Confira o verbete sobre a Segunda Guerra Mundial no Acervo Estadão

Tags: Guerra, Bomba, Japão

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