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Como era São Paulo sem a Avenida Sumaré

Até os anos 1960, região que conhecida como Grande Vale era formada por fazendas e casarões

17 de dezembro de 2012 | 18h 36
Rose Saconi

Quem passa hoje pela avenida Sumaré, na zona oeste, não pode imaginar como era a paisagem do bairro até os anos 60. Ali existiam apenas fazendas e chácaras, que pouco a pouco foram vendidas à Cia. City, responsável pelos planos de ocupação dessa região. “Construa seu lar no Pacaembu”, sugeriam os anúncios publicados no Estado em 1937.

Muitos casarões foram construídos no local, que era conhecido como Grande Vale. Por ali passava o córrego Água Branca, afluente do rio Tietê. “Uma nova avenida cortará os bairros do Sumaré e Perdizes. O projeto da avenida Sumaré acaba de ser refeito na Prefeitura”, noticiou o jornal em sua edição de 25 de fevereiro de 1945.




Por volta de 1965 os velhos casarões da esquina com a rua Turiassu foram demolidos pelo prefeito Faria Lima . O córrego foi canalizado para a construção de um canteiro central todo arborizado e iniciaram-se as obras de pavimentação da nova avenida Sumaré que foi inaugurada pelo mesmo prefeito no dia 1 de abril de 1969, com 2.500 m de extensão e duas pistas de 10,5 m. Na década de 1970 foi feita sua ligação com a rua Henrique Schaumann, com o nome de avenida Paulo VI.





O Estado de S. Paulo, 14/11/1937 - Antes da Avenida Sumaré, o local era conhecido como Pacaembu



* A seção "Como era São Paulo sem" é publicada todas as sextas-feiras no caderno Metrópole

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