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Como era São Paulo sem aterro sanitário

Lixo era jogado sem qualquer tratamento em terrenos baldios; cidade já teve incinerador

13 de setembro de 2013 | 17h 55
Rose Saconi


Crianças brincam em lixão na década de 1980. Foto: Clóvis Cranchi Sobral/Estadão


Foram tantos anos de soluções improvisadas e falta de planejamento, que o lixo da cidade e a deposição de resíduos acabou se tornando um dos mais graves problemas de São Paulo. Antes dos aterros sanitários, o lixo já foi jogado, sem nenhum tratamento, em terrenos baldios, no rio Tietê, ou simplesmente depositado a céu aberto em qualquer área da cidade, nos chamados "lixões". Muitos deles eram clandestinos, como o do bairro da Casa Verde, que foi fechado em 2001.




Incinerador
. No começo do século 19, para resolver o problema do lixo, optou-se pelo processo de incineração. Em 1913 foi instalado o primeiro incinerador no Araçá (à esquerda). "O forno, de typo mais moderno, tem capacidade para incinerar 50 toneladas de lixo por dia", noticiou o Estado no dia da festa inaugural da nova 'machina', que, segundo as autoridades da época, seria imprescindível para a saúde pública.
Convidados e autoridades presentes percorreram todas as dependências do forno. "Os gazes produzidos pela cremação do lixo são completamente queimados na câmara de combustão, passando depois para a caldeira, regenerador e galeria principal, até a chaminé", descreveu o jornal. Este incinerador funcionou na cidade até 1948, quando foi desativado, e demolido em 1953.

Pinheiros - O incinerador de Pinheiros funcionou por 40 anos na rua Sumidouro, esquina com a marginal Pinheiros. Nesse tempo, cerca de 200 toneladas de lixo foram queimadas diariamente em duas câmaras de combustão. A chaminé de 42 metros eliminava fumaça e pequenas partículas prejudicavam a saúde dos moradores da região. O incinerador foi desativado em 1990 pela prefeita Luiza Erundina.

O Estado de S. Paulo - 7/2/1990

Em 1959 foi instalado o incinerador da Ponte Pequena e, em 1966 o da Vergueiro, desativado em 2002 depois de sofrer pressão dos moradores do bairro do Ipiranga.



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