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Como era São Paulo sem semáforos

Aparato de 'última geração' ficava no cruzamento então conhecido como esquina da Porteira

17 de abril de 2013 | 13h 46
Rose Saconi

Se hoje o paulistano sofre com os transtornos em decorrência do grande número de semáforos quebrados, fica difícil imaginar como era o trânsito antes deles existirem.


Foi no bairro do Brás, em 1935, que os automóveis começaram a parar em uma esquina da cidade, a esquina da Porteira, obedecendo às três luzes verde, amarelo e vermelho de um semáforo. Era o primeiro de São Paulo, instalado pelo Departamento de Serviço de Trânsito (DST). A instalação do novo equipamento, considerado um aparato de última geração para a época, tinha o objetivo de proporcionar mais segurança nos cruzamentos e dividir as oportunidades de trânsito de acordo com o volume de tráfego de veículos e pedestres.





"Íamos sugerir aqui o estabelecimento de sinais luminosos orientadores do trânsito também de pedestre em todas as esquinas de grande movimento, como se faz nas cidades norte-americanas", escreveu o Estado em agosto de 1947.
São Paulo já apresentava um grande número de veículos nessa época, e pelo noticiário do jornal nota-se que sem 'os sinais luminosos' nas ruas eram cada vez mais frequentes as notícias de 'atropellamentos', 'desastres' e 'abalroamentos'.




Na década de 1940, muitos testes e inauguração de semáforos que eram comemoradas como um evento na cidade.


O Estado de S. Paulo - 19/11/1947                                   O Estado de S. Paulo - 16/11/1949

               


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