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Era uma vez em SP... Ponte Grande

Ligação favoreceu o desenvolvimento urbano da zona norte da cidade

01 de maio de 2015 | 12h 50
Liz Batista

Comitiva do Imperador Dom Pedro II passa pela Ponte Grande em 1865. Foto: Militão Augusto de Azevedo 


Erguida por volta de 1700, a Ponte Grande foi construída para que a população da São Paulo colonial pudesse ultrapassar a barreira natural que é o rio Tietê, na época chamado de rio Guaré. O desenvolvimento urbano da zona norte deve-se muito à esta construção, que ligava a região da Luz à Rua Voluntários da Pátria. Com o tempo, a ponte passou a não comportar o tráfego intenso da cidade, tornou-se obsoleta e foi substituída pela Ponte das Bandeiras, inaugurada em 1942. Medindo120 metros de comprimento por 33 metros de largura, com 7 pistas, divididas em dois sentidos, duas torres com 50 metros de altura e um mirante, a nova ponte, situada no eixo da Avenida Tiradentes, é hoje uma das principais artérias de ligação entre as zonas norte e sul e dá acesso à margem direita do rio Tietê. O nome é uma homenagem aos primeiros desbravadores do interior do País.

O Estado de S. Paulo - 24/5/1939 e 10/01/1940

Clube Espéria. Chamado inicialmente de Societá Italiana di Canottieri, o Espéria costumava reunir seus associados na antiga Ponte Grande, atual Ponte das Bandeiras, para promover disputadas regatas. Com a poluição do rio Tietê, a prática do esporte foi transferida para as raias da Cidade Universitária.

Ponte Grande  vista do Clube Espéria, em 1912. A prática de remo era habitual no local/ Reprodução

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