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Foto: Romero Jucá analisa gravação em 2001

Senador, então no PSDB, escuta áudio de ACM no escândalo da violação do painel do Senado

23 de maio de 2016 | 16h 55
Liz Batista

Os senadores Romero Jucá e Ney Suassuana ouvem gravação de conversa do senador Antônio Carlos Magalhães ao lado do perito Ricardo Molina, 08/3/2001.Dida Sampaio/ Estadão  

A divulgação do áudio de uma conversa entre o ministro do Planejamento Romero Jucá e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado levou o ministro a anunciar sua licença da pasta. Ele anunciou hoje (23), que deixará a equipe ministerial do presidente em exercício Michel Temer e retomará seu mandato como senador pelo PMBD de Roraima. Em 2001, uma gravação também fez Jucá ganhar as manchetes. Na época, o senador, então filiado ao PSDB, presidiu a Comissão de Fiscalização e Controle que avaliou áudio implicando o então senador Antônio Carlos Magalhães (PFL), morto em 2007, no caso da violação do painel do Senado na votação que levou à cassação o senador Luiz Estevão (PMDB). 

​A gravação trazia indícios de que ACM conhecia os votos dos senadores, apesar da votação ser secreta. O parlamentar baiano renunciou ao mandato em 30 de maio de 2001 para preservar seus direitos políticos e evitar a cassação. Em 2002, foi releito e retornou ao Senado.


O Estado de S.Paulo- 09/3/2001
   
 

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Duelo de gigantes: Jader Barbalho X ACM  

Tag: Romero Jucá

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