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Fotos Históricas: Secos & Molhados

Grupo que deixou o público brasileiro de queixo caído voltou anos depois. Mas o milagre não se repetiu

28 de maio de 2015 | 15h 51
Estadão Acervo


Ney Matogrosso e João Ricardo em 1974, no lançamento do 2º e último disco dos Secos & Molhados. Divulgação

"Como? Porque? De onde? Para onde? Quem não tenta descobrir? Quem não arrisca uma explicação? Quem não dúvida da explicação oferecida? De que forma esses três rapazes puderam em seis meses vender 500 mil discos; lotar teatros e clubes em São Paulo e no Rio, ginásios e conchas acústicas em Porto Alegre e Salvador?". As perguntas na matéria 'Secos & Molhados, um balanço de seis meses de sucesso" publicada no Jornal da Tarde em 6/4/1974 mostram como o público brasileiro ficou de queixo caído com o aparecimento dos Secos & Molhados em 1973. Foi um fenômeno na história da música brasileira. O grupo atingiu todos os públicos sem restrição. Hoje é um clássico da música brasileira e suas músicas são atemporais. O primeiro disco vendeu mais do que o do imbatível Roberto Carlos.

Mas o grupo durou pouco. Muito pouco. No ano seguinte, logo após o lançamento do segundo disco, Ney Matogrosso abandonou o grupo e seguiu carreira solo. Em 1987, os Secos & Molhados voltaram com outra formação. No lugar de Ney Matogrosso entrou o bailarino Totô Braxil. Mas a mágica, ou milagre, não aconteceu novamente.

O Estado de S. Paulo - 30/6/1987

Tags: Música, Ney Matogrosso

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