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Há 75 anos, morria George Gershwin

Foi ícone da música americana e um dos mais brilhantes compositores do século 20

11 de julho de 2012 | 18h 16
Liz Batista

 

Foto: Arquivo/AE

Um dos fundadores da nova tradição musical norte-americana, George Gershwin “compreendeu os recursos do ritmo, do timbre e do instrumental do jazz”, e soube “aproveitar em suas obras tais características, transformando essa forma de música norte-americana, nascida nos bairros pobres de Nova Orleans, num gênero que penetrou os salões de concerto ao lado dos nomes mais famosos da música de todos os tempos.”

Viveu o surgimento da música popular norte-americana que se convencionou chamar de jazz, absorveu-a em toda sua efervescência nos clubes de Nova York e sem formalismos a incorporou a música clássica. Sem ser um purista do jazz e tão pouco um formalista da música erudita, concebeu canções tão requintadas que se tornaram clássicos, entre elas Summertime, Embraceable You, Someone to Watch Over Me, The Man I Love, Rhapsody in Blue, Cuban Overture , An American in Paris e a ousada folk- ópera Porgy an Bess.



Imagem: Arquivo/AE

Em 1957, vinte anos após sua morte, o Estado buscava explicar sua genialidade e sucesso, “seu grande mérito foi ter compreendido a importância do jazz para a música sinfônica e de ter participado ativamente e mesmo orientado uma das fases da sua renovação.

O Estado de S.Paulo,13/7/1957


E cinco anos após essa publicação, chamou-o de “mestre inconteste da da canção popular de 32 compassos.


O Estado de S.Paulo, 15/9/1962
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Foto: Arquivo/AE
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