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Ladrões escavadores

Veja casos de assaltos com uso de túneis; maior roubo no País foi ao BC em Fortaleza

03 de outubro de 2017 | 13h 39
Estadão Acervo

O túnel de 500 metros construído para roubar o cofre do Banco do Brasil entra para a história do crime como a maior construção do gênero. Relembre casos de roubos usando túneis: 
 

O Estado de S.Paulo - 09/8/2005 

06 de agosto de 2005. Um túnel de 78 metros de extensão, cuidadosamente escavado, com iluminação e ar-condicionado, foi construído pela quadrilha responsável pelo roubo de R4164,7 milhões da agência do Banco Central de Fortaleza. A ação é considerada o maior roubo a banco da história do País.  
 

O Estado de S.Paulo - 09/8/2005
 
 

11 de maio de 2004. Usando um buraco na parede, ladrões armados com fuzis e submetralhadoras invadiram a Rodoban Transportes Terrestre e Aéreos, na Lapa e levaram R$9 milhões. Para chegar até a transportadora os bandidos abriram um buraco através do imóvel vizinho, um sobrado alugado na Rua Dom João V.  

O Estado de S.Paulo - 12/05/2004
  


11 de outubro de 2004. Criminosos cavaram um túnel de 110 metros até o banheiro da Transbank, único cômodo sem câmeras de segurança. Ao entrar na transportadora, dominaram os funcionários e levaram R$4,7 milhões. O túnel foi cavado a partir de uma casa alugada na rua vizinha à sede da Transbank, na Penha.  
 

O Estado de S.Paulo - 13/10/2004
   
 

07 de dezembro de 2009. Uma quadrilha usou um túnel de 150 metros para invadir a Transnacional Transportadora de Valores e Segurança, na Praça Barão de Ibirocaí, na Vila Jaguara, zona oeste de São Paulo. Roubou cerca de R$20 milhões. A ação envolveu a compra de imóvel na vizinhança, de onde partiu o túnel construído pelos criminosos.     

O Estado de S.Paulo - 09/8/2005

Argentina. Na capital argentina, ladrões cavaram um túnel de 50 metros e chegaram aos cofres de uma agência bancária de onde levaram cerca de U$3 milhões. A quadrilha alugou uma casa em frente à agência e sob as ruas do elegante bairro da Recoleta em Buenos Aires, cavou o, sem danificar encanamentos de água nem os cabos de telefone, até chegar à agência. O roubo aconteceu em janeiro de 1997. Quatorze anos depois, uma ação similar voltou a lesar os argentinos. Em janeiro de 2011, caixas fortes do banco Província foram atacados por ladrões que usaram um acesso subterrâneo de 30 metros para chegar até os cofres particulares.     
  
 

O Estado de S.Paulo -08 /01/1997 e 05/01/2011

 

Veja também:
#Especial: Os Toupeiras: a história do furto ao Banco Central

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