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O 'Pai' dos Jogos Olímpicos morreu em 1937

Barão de Coubertin foi o idealizador da Olimpíada da era moderna e fundador do COI

20 de julho de 2012 | 15h 59
Rose Saconi

Pierre de Frédy, mais conhecido como Barão de Coubertin, nunca ganhou medalha, nem marcou um ponto sequer em alguma competição, mas fez renascer os Jogos Olímpicos, em Atenas, 14 séculos depois das disputas na Grécia Antiga.

“O importante no esporte não é vencer, mas competir”. Esse era o lema do pedagogo francês, embora a frase não seja de sua autoria e sim de um bispo de Londres que a teria pronunciado em um ato religioso antes dos Jogos de 1908.


Foto: Arquivo/AE

O Estado de S. Paulo, 3 de setembro de 1937



31 de julho de 1928

O comitê organizador cogitou a possibilidade de cortar o futebol e o tênis dos jogos olímpicos. No Estado, uma análise de Coubertin sobre a beleza do esporte e como seria injusta a exclusão da modalidade na competição.

“A realeza do futebol basea-se sobre a combinação que exige, em doses quasi iguaes, de coragem, de attenção e de abnegação individuaes (…) Os que só conhecem o futebol como espectadores não fazem uma pallida idéa do esforço intellectual a cujo preço deve ser alcançado o seu mais alto grau de perfeição”.



5 de agosto de 1936

Em 1936, por causa da guerra civil espanhola, os Jogos foram transferidos de Barcelona para Berlim. Na abertura, Coubertin, presidente de honra de todas as edições, envia carta a Hitler. Foi a última Olimpíada que acompanhou.



 O barão conseguiu introduzir a prática do esporte no currículo das escolas francesas e criou a União Francesa de Esportes Atléticos.


# 116 anos de cobertura olímpica


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