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Parquímetros nas ruas de SP, uma discussão antiga

Tecnologia utilizada para regulamentar o estacionamento público é testada desde a década de 1970

04 de outubro de 2015 | 14h 11
Rose Saconi


Garotos observam parquímetro instalado para teste em 1986 na gestão Jânio Quadros. Mônica Zarattini/Estadão

A discussão sobre a mudança das folhas da Zona Azul para o sistema de parquímetros em São Paulo é antiga. Debates, projetos e muitas ideias já foram propostas por várias administrações municipais para automatizar o controle de estacionamento de veículos nas ruas da cidade.

Em 1972 chegaram ao Brasil os primeiros parquímetros para serem testados na capital e também em algumas cidades do interior, como Campinas, Piracicaba e municípios da região metropolitana. O teste acabou durando apenas um mês e não deu certo. A justificativa na época foi que os aparelhos foram desativados por causa de conflitos políticos.

O Estado de S. Paulo - 5/7/1972

Jânio Quadros. Uma nova experiência para utilização dos parquímetros foi autorizada em 1986 pelo prefeito Jânio Quadros. Acionados por fichas douradas feitas de liga de latão (na época pareciam com as fichas de telefone público), os aparelhos permitiam o estacionamento por no máximo duas horas. Cada fichinha dava direito a uma hora.

Zona Azul eletrônica. Em 1998 Celso Pitta também tentou implantar a zona azul eletrônica e cogitou colocar 1,2 mil parquímetros nas ruas paulistanas. O projeto, que previa emissão de cartões cartões magnéticos recarregáveis, foi suspenso. Em 2003, a gestão Marta Suplicy tentou fazer o mesmo, mas a licitação foi cancelada após questionamento na Justiça. Em 2012, o prefeito Gilberto Kassab chegou a testar o sistema, mas desistiu. Um projeto-piloto de pagamento com celular foi instalado nos Jardins, Praça Charles Miller e Largo do Arouche, mas caiu em desuso pela baixa adesão.

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Tags: São Paulo

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