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Pompeia, um loteamento que virou bairro

Há 100 anos, Companhia Urbana e Predial anunciava a venda de lotes sem juros

05 de abril de 2014 | 14h 00
Rose Saconi

O Estado de S. Paulo - 5/4/1914



A Companhia Urbana Predial adquiriu a fazenda Bananal, abriu ruas, lotou os terrenos e rasgou uma grande avenida de 25 metros até a linha de bondes de Água Branca, através do Parque Antarctica. (...)o grande circuito de avenidas da nossa futura capital será: Largo do Rosário, Avenida São João, Avenida Água Branca, Avenida Pompéia, Avenida Municipal, Avenida Paulista, Avenida Luiz Antonio, terminando na Rua Direita.
Terrenos a prazo largo, sem juros!


Nome do bairro.
Há duas versões sobre o bairro da Vila Pompeia ter recebido este nome. Uma delas é relacionada a esse loteamento de responsabilidade da Companhia Urbana e Predial que fez o anúncio no Estado há 100 anos. O dono do empreendimento era um homem chamado Rodolpho Miranda. Ele teria feito uma homenagem à sua esposa, Aretusa Pompeia, batizando o novo bairro como Vila Pompeia.

A outra versão explica que, muito antes desse loteamento, quando o bairro nem existia ainda, viviam naquelas terras Cláudio de Souza e sua mulher Luiza Leite de Souza que descobriram que a filha estava com uma doença incurável. Foram ao Santuário de Pompeia, na Itália, pedir a cura da menina. Com a graça alcançada, o casal resolveu batizar o lugar onde vivia como Vila Pompeia, como forma de agradecer à santa.

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