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Prédios de São Paulo: Galeria do Rock

Sinônimo de elegância nos anos 60, galeria se tornou meca dos roqueiros nos anos 80

20 de março de 2014 | 10h 14

"Novas artérias ligando a rua 24 de Maio à Avenida São João". Assim foi apresentado, na edição do Estado do dia 10 de junho de 1960, o centro comercial Grandes Galerias. O anúncio do projeto de construção foi publicado pela empresa de incorporação e construção Alfredo Mathias.

O Estado de S.Paulo - 10/7/1960


Na época, o espaço era apresentado como "o maior centro comercial de São Paulo, num único e majestoso conjunto". A concepção arquitetônica era "inteiramente nova, resultado de pesquisas realizadas em shopping centers de outras parte do mundo"


>> Acompanhe a série 'Prédios de São Paulo'


A galeria, de estilo modernista e inspirada nas curvas de Oscar Niemeyer, foi projetada pelo arquiteto Alfredo Mathias, também responsável pelo projeto do Shopping Iguatemi. O espaço foi inaugurado em 1963 e era sinônimo de elegância. Mas tudo mudou, no final da década de 1970, quando as lojas tradicionais começaram a abandonar o centro em rumo aos shoppings.

Confira, abaixo, em 'Páginas Selecionadas' a trajetória da galeria que, desde então, passou a abrigar diversas tribos e estilos e se transformou na meca dos roqueiros.


>>O prédio hoje


Com 450 lojas e cerca de 25 mil visitantes por dia, número que chega a 35 mil aos sábados e domingos e consagrou-se como atração turística na cidade. O instituto cultural da galeria já tem planos de fundar um centro cultural e um museu do rock.

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