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Prédios de São Paulo: Palacete Chavantes

Edifício foi projetado pelo autor de 'A Divina Increnca', Juó Bananere

17 de março de 2014 | 11h 55
Cley Scholz
No dia 28 de abril de 1946, uma das ofertas imobiliárias em destaque nas páginas do Estado era o Palacete Chavantes, prédio de nove andares no número 171 da Rua Benjamin Constant, entre o Largo São Francisco e a Praça da Sé.

O Estado de S.Paulo - 28/4/1946



O anúncio, reproduzido acima, destacava a principal qualidade do prédio de lojas e escritórios: "No coração de São Paulo, empreendimento notável, proporcionando a todos os homens de negócios a aquisição da sua loja ou do seu escritório."


>> Acompanhe a série 'Prédios de São Paulo'


O edifício era oferecido pelas imobiliárias Hugo Abreu e J. Floriano de Toledo, que relacionavam no anúncio, entre as vantagens, a "fachada sóbria e imponente, ponto valorizado e dois elevadores Otis".

O prédio é obra do engenheiro Alexandre Ribeiro Marcondes Machado. Ele é mais conhecido como Juó Bananere, autor "A Divina Increnca", publicado em 1924, dois anos antes de começar a idealizar o prédio. O palacete foi encomenda de João Batista de Melo Jr., um fazendeiro de café do atual município de Xavantes. Leia, abaixo, em 'Páginas Selecionadas', mais sobre as obras de Juó Bananere.


>>O prédio hoje


Passados 68 anos, a fachada "sóbria e imponente" do Palacete Chavantes continua bem conservada e o edifício está com todos os conjuntos comerciais alugados. No térreo funciona o 7° Tabelião de Notas. Apesar de antigo, o prédio foi modernizado com piso elevado para cabeamento e forro de gesso para tratamento acústico, itens obrigatórios nos edifícios comerciais modernos.

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