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Prédios de São Paulo: Palácio da Justiça

Inspirado no Palácio da Justiça de Roma, obra de Ramos de Azevedo é monumento histórico

02 de junho de 2014 | 0h 01
Cley Scholz

O início das obras do Palácio da Justiça, ao lado da Catedral da Sé, no centro de São Paulo, foi anunciado no Estado no dia 24 de fevereiro de 1920

O Estado de S.Paulo - 24/02/1920



>>O prédio hoje


A construção do palácio sofreu percalços ao longo dos anos, primeiro por causa da Revolução de 1924 e depois pela morte do arquiteto Ramos de Azevedo, responsável pelo projeto desenvolvido em conjunto com o Liceu de Artes e Ofícios. O Tribunal teve de renegociar o contrato com os sócios do arquiteto - Ricardo Severo e Arnaldo Dumont Villares. Partes das instalações foram entregues em 1933, ano em que o palácio já começou a despachar como sede do judiciário do Estado de São Paulo. Mas, somente em 1942 o palácio foi inaugurado. Já ,em 1944, um anexo começou a ser construído para melhor acomodar 'os diversos serviços forenses' como mostrou o Estado. Veja abaixo, no 'Páginas Selecionadas'  como o jornal acompanhou a construção e as reformas no prédio.



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Inspirado no Palácio da Justiça de Roma, o prédio é um dos símbolos da arquitetura paulistana, mas nem por isso escapou da degradação. Monumento histórico de valor arquitetônico e de interesse cultural, o prédio foi tombado pelo Condephaat em dezembro de 1981. Em dezembro de 2008, o prédio passou por sua primeira restauração. O Estado revelou o custo da preservação do local, dos reparos na fachada até a cobertura da cúpula, cerca de R$5 milhões foram gastos.

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