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Relembre os brasileiros mortos em atentados terroristas no exterior

Brasileiros foram vítimas em atentados ocorridos em Buenos Aires, Jerusalém, Bagdá e Nova York

30 de outubro de 2020 | 17h 53
Acervo - Estadão

A morte de Simone Barreto Silva, no atentado ocorrido na cidade francesa de Nice, é mais caso de brasileiros vítimas de terrorismo no exterior. Vejam outros casos abaixo.

>> Estadão 27/3/1992

brasileiro Elias Ribeiro da Luz morreu na explosão da embaixada de Israel em Buenos Aires

Em 1992, Elias Ribeiro da Luz foi encontrado entre os escombros após a explosão da embaixada de Israel em Buenos Aires. A vítima não tinha nenhuma ligação com a embaixada e não se sabe o motivo da sua presença no local. Elias foi apontado como um dos suspeitos do atentado por ter alugado um caminhão que estava perto da explosão, mas a polícia argentina não apurou nada de conclusivo.

>> Estadão 10/8/2001

O brasileiro Jorge Balazs morreu após bomba explodir em pizzaria em Jerusálem

Num dos diversos ataques suicidas ocorridos em Israel foi morto Jorge Balazs. Ele estava no páis com a família para um casamento. O atentado ocorreu na região central de Jerusálem em 9 de agosto de 2001. A bomba explodiu numa pizzaria na hora do almoço. No total foram 15 mortos e 90 feridos, entre eles estavam as filhas de Balazs.

>> Estadão 19/9/2001

Cinco brasileiros foram vítimas do ataque às Torres Gêmeas, em Nova York

No atentado contra às Torres Gêmeas (WTC) em 2001, o maior sofrido pelos Estados Unidos, que matou quase três mil pessoas, cinco brasileiros estavam entre as vítimas. Quatro delas trabalhavam nos prédios que ficavam em Nova York, Anne Marie Sallerin Ferreira, Sandra Fajardo Smith, Ivan Kyrillos Barbosa e Claudino Antunes Braga. O engenheiro Nilton Albuquerque Fernão Cunha estava em reunião em um dos escritórios do prédio quando os aviões atingiram os prédios.

>> Estadão 20/8/2003

Após a explosão, o diplomata brasileiro chegou a pedir ajuda pelo celular

Na cidade de Bagdá, Iraque, em 2003, um atentado contra o Hotel Canal, onde funcionava a sede da ONU matou o diplomata brasileiro Sergio Vieira de Mello. Após a explosão, o diplomata ficou preso nos escombros e conseguiu ligar pelo celular para pedir ajuda. Mas não conseguiu sobreviver após cinco horas soterrado.

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Incêndio do edifício Joelma em 1974

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# Capa do jornal de 2/2/1974

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