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Ricardo Tadeu Soares, o mais jovem advogado

Superdotado, garoto se formou aos 16 anos e hoje é presidente da Ambev mexicana

31 de agosto de 2015 | 0h 01
Edmundo Leite

Fanático pelo Fluminense e admirador da apresentadora Angélica, na época uma menina um pouco mais velha que ele, Ricardo Tadeu era aparentemente um garoto como vários outros naquela virada da década de 80 para os anos 90. Mas a genialidade precoce era evidente para os que conviviam com ele. Nem mesmo a exposição na mídia o fez perder o rumo. 

O Estado de S. Paulo - 13/12/1990



Antes de entrar na faculdade já tinha uma coluna sobre tecnologia no extinto jornal carioca Última Hora. Após a incomum trajetória acadêmica, se formou como o mais jovem advogado do Brasil. As ótimas notas e o prestígio já correndo pelo mercado fizeram com que recebesse o diploma com um emprego dos sonhos para quem amava o futebol e o direito: uma vaga na empresa de outro gênio precoce, o craque Pelé. Nessa época, Ricardo Tadeu já começava a se especializar em justiça esportiva. 

O Estado de S. Paulo - 7/12/1989


Mas não eram apenas as paixões de garoto que faziam a sua cabeça pensar nas possibilidades para o futuro. Num misto de maturidade e inocência, revelou a repórter Rosângela Honôr do caderno de vestibular do Estadão, em dezembro de 1990, quando tinha 14 anos, que pretendia cursar Ciências Políticas para iniciar sua carreira rumo ao Palácio do Planalto.

O Estado de S. Paulo - 24/8/1993

 

Leia mais sobre Ricardo Tadeu em "No México, o garoto prodígio da Ambev"

Tag: Ricardo Tadeu Soares

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