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Rua Augusta, por onde tudo passa

Vai ser difícil outra rua da cidade tirar a vocação da Augusta de receber todos as tribos

14 de março de 2014 | 18h 23
Carlos Eduardo Entini

Na rua Augusta as pessoas já foram flautear, flanar, dar um rolê, uma banda, um perdido. Já foi lugar de almofadinha, playboy, boy, cocotas, minas, manos, hippies. Ela já foi agitada por balbúrdia, baderna, bagunça, zona, confusão, e hoje as pessoas andam causando. Já foi o 'must', conheceu a degradação e hoje está de volta no roteiro do paulistano descolado.

Vai ser difícil outra rua da cidade tirar a vocação da Augusta em receber todos as tribos. A foto, tirada por Norma Albano, serviu para ilustrar a reportagem “Augusta, à procura de novos tempos. Uma nova geração James Dean agitando a noite”, publicada no Jornal da Tarde em agosto de 1989.

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