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São Paulo já teve água racionada por três meses

Grandes estiagens em 2000, 1985 e 1969 secaram a represa Guarapiranga

06 de março de 2014 | 19h 56
Estadão Acervo

A falta de chuva fez com que em 2000 os paulistanos abastecidos pelo sistema Guarapiranga vivessem durante três meses com água racionada. Em suas casas o abastecimento era por dois dias, e no terceiro era cortado. Essa situação, iniciada em junho, só terminou em setembro. 

O Estado de S. Paulo - 8/9/2000

O Estado de S. Paulo - 8/9/2000

Em 1985 houve outro racionamento. Anunciado em 27 de dezembro daquele ano, e em caracter de emergência para baixar o consumo, a medida previa oito dias de racionamento de água. Mas, os oito dias se transformaram em dois meses. A restrição só chegou ao fim em 27 de fevereiro de 1986, quando a represa retomou seu nível mínimo ideal e a conclusão de algumas  obras permitiram a transferência segura de água de outros sistemas para a região abastecida pelo Sistema Guarapiranga.

O Estado de S. Paulo - 21/11/1985

Fiscalização. Em 1969 a cidade passou por uma das piores secas da história. A estiagem durou de maio a novembro e só choveu 50% do esperado. O racionamento começou em setembro e terminou quase três meses depois e o fornecimento de água era feito um dia sim, um dia não. A DAE (Departamento de Água e Esgoto) colocou anúncios no jornal (ver abaixo) e equipes nas ruas para fiscalizar o uso de água. Caso os fiscais constatassem irregularidades ou abuso no uso de água, o morador poderia ter suspenso o abastecimento por até quinze dias, caso fosse reincidente. 


O Estado de S. Paulo - 31/8/1969


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